O cérebro humano pode ser dividido em regiões específicas, cada uma das quais parece ser relativamente mais importante para certas tarefas, e de menor valor para outras. Nunca todas ou nenhuma, por nenhum motivo, mas com definidos graus de importância. No mesmo sentido, poucas tarefas dependem inteiramente de uma região do cérebro. Em vez disso, uma vez que se examina qualquer tarefa razoavelmente complexa, as entradas são descobertas a partir de um certo número de regiões cérebro, cada uma com uma contribuição distinta (GARDNER, 1994, p. 56).
As novas descobertas neurológicas realizadas em Harvard e em outras universidades norte-americanas fundamentaram a Teoria das Inteligências Múltiplas, proposta por Howard Gardner e seu grupo de estudos (ANTUNES, 2002). De acordo com Gardner (1994), a inteligência não é uma, mas consiste num conjunto de capacidades relativamente independentes. O autor divide a inteligência em sete componentes diferentes: lógico-matemática, linguística, espacial, musical, cinestésica-corporal, intra-pessoal e inter-pessoal.
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